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Samba e feijoada

Juliana Paes é uma das famosas que vieram conferir a feijoada na Tenda Copacabana, no Festival do Rio. O lugar está lotado!
A musa veio acompanhada da mãe, Regina Couto, e da irmã, Mariana.
Se sentindo muito magra, a atriz que está escalada para fazer "Pé na Jaca", disse que vai cair dentro da feijoada.
"Um prato desse nesse tempinho sempre cai muito bem".

Já Heitor Martinez exibe um visual estilo moicano, devido ao seu novo personagem na novela "Vidas opostas". Ele participou junto com Nicola Siri e Tiago Martins do futebol dos artistas.
Quem está animando agora a galera é o vocalista Vander Pires, além da bateria da Grande Rio.
A tenda vai ficar pequena - ainda mais com a presença de uma rainha de bateria.
Por: Ligia Andrade
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Charlotte Rampling, Irène Jacob e feijoada

O tempinho chato não conseguiu melar a feijoada oferecida pelos organizadores do Festival do Rio. A tenda de Copacabana lotou. A atriz inglesa Charlotte Rampling e a francesa Irène Jacob vieram, deram uma pinta e saíram de fininho. Pouca gente viu e, felizmente, EGO estava nesse grupo.
Entre uma e outra amenidade, as duas conversaram sobre o filme que vão fazer juntas em breve, do cineasta radicado no Brasil Jonathan Nossiter, diretor do documentário "Mondovino".
Por: Angie Diniz
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Eu prefiro ...

Uns preferem filmes de amor, outros de aventura, ficção, drama, comédia... O que não faltam são gêneros e títulos diferentes. O EGO aproveitou que os holofotes estão centrados para o Festival do Rio, e perguntou para famosos qual é o diretor que eles mais gostavam. Muitos falaram que a pergunta era muito difícil pela quantidade boas de opções.
Veja as respostas.
Sergio Marone - Sem dúvida o Almodóvar.
Lázaro Ramos – Spike Lee.
Mariana Ximenes – Fellini e Tarkovsky.
Alinne Moraes - O Almodóvar tem um jeito peculiar de falar do relacionamento humano. Já o Woody Allen, todo mundo acha ele louco, mas ele tem uma loucura própria.
Carolina Ferraz - O Michelangelo Antonioni é maravilhoso.
Matheus Nachtergaele - O Woody Allen é fantástico.
Marcos Pasquim - O Ang Lee é muito bom. Adorei Brokeback mountain.
Antonio Calloni - O francês Patrice Leconte é um grande cineasta.
Simone Spoladore - O Júlio Bressane é imbatível.
Por: Ligia Andrade
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Cinema com rap
Logo mais tem a pré-estréia de "Antônia", de Tata Amaral, no Cine Palácio. A sessão tem previsão de início para as 21h, mas, antes, para preparar o terreno, Negra Li, Cindy, Leilah Moreno e Quelynah, as atrizes-cantoras do filme, vão fazer uma performance em playback, duas ou três músicas da trilha sonora.
"Antônia", que tem co-produção de Fernando Meirelles, conta a história de quatro jovens negras da periferia de São Paulo e suas desventuras para cavucar um espaço no mundo do rap.
Por: Angie Diniz
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Noel ainda vive!

Bom, pelo menos na Tenda de Copacabana. Depois do sucesso da apresentação do filme, "Noel - Poeta do samba", o ator Rafael Raposo - que vive o compositor - e atores do longa, que interpretam os bambas do samba, estão dando uma canjinha de músicas que fizeram sucesso na época - principalmente as de Noel, é claro!
Para acompanhar, um grupo de samba de raiz de primeira qualidade.
Não tem como ficar parado!
Por: Ligia Andrade
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Agora é a vez de "O Cobrador"
Contos de Rubem Fonseca foram a inspiração para a realização do filme "O Cobrador", que teve sua pré-estréia nesta sexta no Cine Odeon, no Rio. A sessão reuniu famosos que vieram prestigiar a atuação de Lázaro Ramos.
Com direção de Paul Leduc, o filme aborda a violência em vários lugares do mundo e revela que ela está presente em todas as classes sociais.

"Ainda estou meio anestesiado e perplexo. Tinha visto apenas algumas cenas e agora, vendo o todo, me surpreendi. É um filme forte, que provoca uma boa reflexão. Tenho que agradecer pela oportunidade de estar experimentando diversas situações como ator. Não sei se sou um ator com várias facetas, mas procuro ser", afirma Lázaro.
No filme, Lázaro não tem nenhuma fala e afirma que foi bem difícil não contar com o recurso da palavra.
" Tive que aprender a usar a linguagem do olhar e a expressão corporal. Tenho certeza que o silêncio expressa muitas coisas", diz.
A atriz Taís Araújo trocou figurinhas com Carolina Dieckmann durante o filme e revelou que o marido sempre a surpreende com suas atuações.
"O Lázaro é genial. Quando ele estava filmando, não aguentei de saudades e fui atrás dele na Argentina. Ele é um ator maravilhoso, pois se renova a cada personagem".
Grávida de 9 meses, a atriz Adriana Esteves ainda está com pique para sair de casa e não desgrudou um segundo do marido, o ator Vladimir Brichta, durante a exibição do filme. "Amei o filme. Sei que tem cenas fortes, mas sou uma grávida bem casca grossa", afirma.
Daniel Oliveira aproveitou para divulgar o lançamento de seu curta amanhã, dia 30, no Cine Palácio. " Atuar no filme "14 Bis" foi maravilhoso. Espero que todos venham assistir", diz o ator, que estava na companhia da namorada Vanessa Giácomo.
Por: Ligia Andrade
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Noel Rosa: uma lição de vida
Ele viveu bem pouquinho. Só até os 26 anos. Mas o compositor e cantor Noel Rosa aproveitou a vida de uma maneira tão intensa, que faz com que tenhamos momentos de reflexão sobre como conduzimos as NOSSAS próprias vidas.
No filme Supla está - quase - irreconhecível de terno, gravata e cabelo preto para trás com gel. A platéia não se conteve e riu diante da cena.
"Não tenho medo de experimentar. Pra mim foi um desafio", contou o roqueiro, que chamava a atenção com a sua jaqueta rosa.
Camila Pitanga, estava há oito anos envolvida no projeto. Ela dá um banho nas cenas de samba de gafieira. Se ela fez aulas?
"Eu sou carioquíssima. E quem é filha de Antônio Pitanga, já tem samba no pé", disse, rindo.
O protagonista, Rafael Raposo, assistiu chorando a sessão. Ainda emocionado, ele tentou explicar o que estava sentindo.
"Estou vendo um sonho realizado. Eu aprendi com Noel a viver um dia de cada vez. Antes, eu só pensava no amanhã".
Rafael está morando em São Paulo agora, e sobre os novos projetos, ele apenas diz que está na cidade estudando.
Sheron Menezes contou que adorou o filme.
Agora só falta VOCÊ assistir a "Noel - Poeta da Vila".
Por: Ligia Andrade
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Hoje a noite é de celebração do samba
"Último desejo", "Pierrô apaixonado", e "Fita amarela", esses clássicos da música, muitos brasileiros sabem de cor. O compositor e cantor Noel Rosa é celebrado hoje com o filme "Noel- Poeta da Vila”, de Ricardo van Steen.
Rafael Raposo incorporou o estilo malandro carioca, e chegou à Premiére, no Cine Palácio, com um visual que lembra os fãs do samba de raiz. Camisa listrada preto e branca, calça branca e blazer preto.
"É um sonho estar aqui. Se alguém tinha que ter a sua história contada, era Noel", disse o ator de 27 anos.
Isamel Silva, ops, o intérprete do personagem, Flávio Bauraqui, falou um pouquinho de seu papel.
"Foi um presente. Eu li o roteiro e me apaixonei de cara. Poderia ter feito novamente o Cartola, mas preferi o Isamel".
Supla interpreta no longa Mário Lago, para isso, ela conversou muito com o filho do ator, Mário Lago Filho, além de ter feito aulas de samba de gafieira.
Livremente ispirado no livro "Noel Rosa, uma biografia", de João Máximo e Carlos Didier, o longa foi rodado em diversas locações no Rio de Janeiro, como Lapa, Estácio e Alto da Boa Vista.
Camila Pitanga chegou em cima da hora, mas deu para subir ao palco para a apresentação do filme.
Por: Ligia Andrade
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O milagre da multiplicação de "Antônia"
Quando uma coisa é concebida para fazer sucesso, uma Antônia é capaz de se transformar em várias Antônias, um longa-metragem de virar um seriado de TV e sua trilha sonora original de dar fruto a um videoclipe cuja música bem possivelmente virará um hit de rádio. Assim mesmo. Sem pausa. E não tem outra explicação: o novo filme de Tata Amaral, "Antônia", sobre quatro cantoras de rap da periferia de São Paulo, é mais do que um filme. É um projeto. Um pacote.
E esse pacote será aberto amanhã, dia da première do longa no Cine Palácio. Originalmente, "Antônia" era a história de uma menina de 17 anos. Mas essa menina ganhou corpo, ou melhor, corpos, e virou a trajetória de quatro garotas-negras-suburbanas-rappers-batalhadoras para ser alguém na música. Elas são Negra Li, Leilah Moreno, Quelynah e Cindy (na foto com Tata).

"A gente entrevistou 600 meninas de periferia. Para mim, era fundamental que o filme tivesse uma cara de documentário. Eestava claro na minha cabeça que as músicas deveriam ser compostas pelas próprias meninas e, então, dei preferência para aquelas que eram MCs, que trabalhassem com rimas e improvisação", explica a diretora.
A idéia de Tata era criar um ambiente em que os próprios atores se sentissem livres para emprestar suas experiências de vida a seus personagens. Uma herança de "Cidade de Deus", de Fernando Meirelles, que também colocou seu dedo de ouro no filme. Sua produtora, O2, é parceira da cineasta no processo.
"Desde o princípio, eu não quis fazer um roteiro com cenas e diálogos escritos. A gente escreveu uma espécie de partitura de ação. Do tipo: 'Preta (Negra Li) encontra Lena (Cindy). Preta briga com o marido.'. A gente ia improvisando e elas iam reagindo naturalmente. Isso é um pouco do que Fernando Meirelles fez em 'Cidade de Deus'", exemplifica.
Em Vila Brasilândia, quatro mulheres negras e jovens, amigas desde a infância, batalham para viver de sua música. Preta, Lena, Barbarah (Leilah Moreno) e Maya (Quelynah) formam o grupo Antônia, após serem descobertas pelo empresário Marcelo Diamante, papel do rapper Thaíde. Só que o cotidiano do quarteto, de pobreza, violência e machismo, ameaça suas carreiras. O tema é simples: luta, queda e superação.
Para pegar intimidade com o rap, Tata Amaral precisou pesquisar. Valeu. Virou craque. A escolha do repertório foi um trabalho minucioso, segundo ela, que teve como resultado uma trilha democrática.
"Além das músicas compostas pelas meninas, tem Lulu Santos, Rick e Renner, Roberta Flack, o próprio Thaíde, entre outros muitos. As letras são estímulos para combater seus problemas diários. Elas cantam para levantar o astral", diz a diretora.
Tudo isso vai ser reunido em CD. E já tem um videoclipe a caminho da MTV. Tudo parte do pacote.
A minissérie sai ainda este ano e será homônima. Dividida em cinco episódios, terá aquela roupagem de "Cidade dos homens", com elenco-base fixo mais convidados. Jorge Furtado, Fernando Meirelles e a própria Tata assinam os roteiros.
"Acabamos as filmagens há dois dias. A série se passa dois anos depois da história do filme, o que eu acho ótimo. Vai dar ao espectador da série a oportunidade de conhecer o prosseguimento da vida delas", comemora.

O milagre da multiplicação de "Antônia" é chamada por ela de "vocação multimídia".
"É muito bacana poder se esparramar por outras mídias. Antes de realizá-lo, escrevi um livro com a história, fiz uma videoinstalação, dois curtas-metragens. O projeto sempre teve uma vocação multimídia. 'Antônia', para mim, é um filme muito profícuo."
E coloca "profícuo" nisso. Além de Negra Li, que já é carinha conhecida da cena musical, as outras três meninas assinaram com a Universal para gravar trabalhos solos.
Por: Angie Diniz
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Ele vinha...

Mas Rodrigo de la Serna avisou à organização do Festival que não poderá dar as caras por aqui.
O ator argentino ficou conhecido no Brasil depois de protagonizar, ao lado de Gael Garcia Bernal, o longa "Diários de motocicleta".
Rodrigo está em "Crônica de uma fuga", de Israel Adrián Caetano.
Por: Equipe EGO
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Noel Rosa: sua história ainda pulsa
O iniciante ator Rafael Raposo, destaque no longa-metragem “Noel- Poeta da Vila” debateu sobre o filme ao lado do diretor Ricardo Van Steen, do roteirista Pedro Vicente e do editor Umberto Martins.
O debate foi feito na Tenda Cinelândia, em frente ao Odeon, onde teve sessão popular às 14h.
Depois de realizar o curta-metragem “Com que roupa?” - Prêmio Melhor Fotografia de curtas do Festival de Gramado, 1997 - também sobre Noel Rosa, Ricardo Van Steen resolveu expandir os horizontes do audiovisual e abordar a vida do compositor em formato de longa-metragem de ficção.
O filme era um projeto que estava sendo guardado há mais de doze anos por Ricardo. Já Rafael fez testes em 2004.
"Eles queriam atores de teatro que soubessem cantar músicas dos anos 20 e 30. Eu fui pra casa pesquisar na internet, o primeiro compositor que veio foi Noel Rosa. Eu pensei 'nossa, como ele é parecido comigo!', liguei para a produtora e perguntei se o papel seria de Noel, e ela riu, dizendo que era segredo. No dia do primeiro teste fui todo de branco e com o cabelo para trás, e pensei 'o papel já é meu'", contou o ator carioca que ainda disse ter tido muita dificuldade para pesquisar sobre a vida do compositor de Vila Isabel.
"Tudo o que existia sobre ele estava nas suas músicas. Não achei nenhum registro, por exemplo, que contasse o jeito que ele andava".
Rafael perdeu quase 20 quilos para interpretar o personagem, além de ter usado uma semana antes do filme, uma espécie de cabresto na boca, para parecer com o problema que tinha Noel Rosa.
O resultado: Rafael não conseguia parar de babar - literalmente. A parte boa é que o ator - já sabia sambar - aprendeu novos passos de gafieira.
O diretor brincou sobre o assunto:
"Não dá para interpretar Noel sem ter samba no pé".
Outro hábito que Rafael levou das telonas para a casa foi o cigarro. Mas ele ressalta que foi por vontade própria.
O longa, que acompanha a vida de Noel, entre os 19 e 26 anos, conta com a presença de outros bambas cariocas, que também ganhavam a vida nas rodas de samba. Suas andanças urbanas, e a malandragem carioca, são aspectos abordados na produção.
"O Brasil precisa falar de seus próprios heróis", explica o diretor quando comenta sobre a retomada do cinema brasileiro.
"Eu estou assistindo a retomada há mais de 20 anos, mas a maioria das histórias falam de problemas socias. Fazer esse filme foi aprender uma lição atrás da outra", completou.
Camila Pitanga foi muito esperada para o debate, mas não compareceu. Mesmo assim, recebeu inúmeros elogios de Ricardo.
"Junto com o Rafael, a Camila foi uma das boas surpresas do filme. Profissional, foi de uma dedicação incrível, além da sua interpretação genial".
Agora, é esperar e conferir “Noel- Poeta da Vila”, que terá sua pré estréia às 21h no Cine Palácio.
Por: Ligia Andrade
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