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Tem que liberar tudo!






Afinal, uma das coisas mais chatas do Festival do Rio é esse rame-rame de, todo ano, certos filmes demorarem a chegar e a venda de ingressos para eles estar bloqueada ainda. É legal que o festival faça isso. É responsável. Muito pior seria se vendessem ingressos para filmes que não chegaram e podem não chegar. Mas que enche o saco ter que ficar indo sempre lá (no Espaço Unibanco ou no site ingresso.com.br), para checar se o filme tal já liberou, isso enche.

Este ano, até ontem era esta a situação de "A rainha", de Stephen Frears, e "Fast food nation", de Richard Linklater, dois dos filmes mais aguardados do festival.

No primeiro, o diretor de "Alta fidelidade", com a ajuda da atriz Helen Mirren, de "Assassinato em Gosford Park" (e que ganhou o prêmio de melhor atriz em Veneza por este "A rainha"), imagina como era o clima no palácio de Buckingham após a morte da princesa Diana. Sim, a rainha em questão é Elizabeth II, que está vivinha da silva e na ativa. Filme de conteúdo potencialmente explosivo - mas em que a mão de Frears garante uma condução classuda.

No segundo, Linklater, de filmes tão diversos quanto "Waking Life" e "Escola de rock", faz uma investigação da indústria do fast-food, com base num best-seller, este sim, de conteúdo decididamente explosivo. O filme é polêmico, vem de Cannes com a informação de ter dividido muito as opiniões.

Todo mundo seco para ver os dois. E não dá. Sinto-Muito-Senhor-Ainda-Não-Está-Liberado... Por: Jaime Biaggio
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Colírios para os olhos






Como já dizia Vinícius de Moraes, "as feias que me desculpem, mas beleza é fundamental". Mesmo que a teoria do Poetinha tenha lá suas controvérsias, o Festival do Rio acaba fazendo jus à frase e elege, a cada ano, a musa do evento.

O trono, que já foi ocupado pelas atrizes Cleo Pires e Alice Braga , tem concorrentes de peso nesta edição. Dandara Guerra, que está no longa "1972"; Vanessa Giácomo, de "Os 12 trabalhos", Hermilla Guedes, de "O céu de Suely"; Mariana Ximenes, de "Muito gelo e dois dedos d'água"; Luiza Mariani, de "O passageiro - Segredos de adulto"; Maria Flor, de "Proibido proibir"; Mel Lisboa, de "Sonhos e desejos" e, enfim, Camila Pitanga, de "Noel - O poeta da vila".

Cinéfilos, agora resta esperar quem ganha o troféu! Enquanto isso, as apostas estão de pé e podem começar a correr por fora antes da escolha da musa.




Por: Equipe EGO
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O Rio é o personagem principal desta história



Quem disse essa frase foi o diretor Flávio R. Tambellini. Ele dirigiu o longa "O passageiro - segredos de adulto", apresentado hoje no Cine Palácio. Impaciente enquanto seu elenco não chegava, ele não parou um minuto sequer.

Carolina Ferraz foi uma das primeiras a chegar à sessão. "O povo brasileiro não está acostumado com o drama. Mas o filme é de uma delicadeza muito grande, além de ser muito autoral.



Quando perguntada se verá outros filmes no festival, ela responde sincera. "A Valentina está em semana de provas, então até sexta eu estou muito enrolada. Vamos ver se dará tempo, quero muito assistir a vários longas". O que Carolina mais queria no momento? A boa e velha pipoca, que neste caso estava quentinha esperando por ela.

Carolina faz parte do elenco que ainda tem Antonio Calloni, Luiza Mariani e o personagem principal, vivido por Bernardo Marinho.

"Estou muito curioso para ver o filme", disse Calloni.

Esse é o primeiro trabalho de Bernardo como protagonista. Na época em que "O passageiro - segredos de adulto" foi rodado, em 2004, ele tinha 16 anos. Hoje, aos 18, ele conta um pouco da sua experiência.

"Foram seis semanas intensas e incríveis. A equipe foi ótima, me ajudou muito".

O filme conta a história de Antonio, que diante da morte de seu pai - o líder da família - terá que assumir a direção e o comando de sua própria existência.


Nenhum dos atores - com exceção de Bernardo que viu pedaços do filme - havia assistido à produção.

Por: Ligia Andrade
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Murilo Rosa para menores



O ator Murilo Rosa interpretará um mágico no novo filme da Xuxa, "Gêmeas", isso quase todo mundo já sabe. Gravando direto, ele arrumou um tempinho na agenda para poder assistir ao filme "Babel", do diretor Alejandro Gonzáles Iñarritu.

"Não poderia deixar de ter vindo assistir. Amanhã eu gravo, mas não quis saber. Vale o esforço", contou.

Depois que acabarem as gravações, no dia quatro de outubro, Murilo já terá outro compromisso. Ele estará no novo longa de Paulo Tiago, "Orquestra dos meninos".



"Esse filme vai mudar a minha vida", confessou ele, que fará o papel de um nordestino chamado Mozart, que vai tentar criar uma orquestra com crianças de lá.

"Vou me dedicar muito até dezembro, quando terminam as filmagens", prometeu.


Agora é esperar! Por: Ligia Andrade
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Iñarritu chega para impressionar

Ame você ou odeie, mas Alejandro González Iñarritu é o cara. E chegou à pré-estréia de seu filme, "Babel", no Odeon, como tal. Aliás, mesmo antes de a première acontecer, só se falava nisso, ela empesteou as pautas do dia, o nome do diretor estava na boca de todo mundo. E vamos combinar que dizer I-ñ-a-r-r-i-t-u não é mole, não.

O mexicano chegou querendo impressionar, ao lado do hermano latino-americano Walter Salles.



Entrou e saiu da tenda do Festival do Rio montada na área externa do Odeon, fez um certo suspense para falar com a imprensa, posou para os fotógrafos ao lado do cartaz e foi direto para a sala de exibição. Com a torcida do Flamengo atrás dele.

Waltinho, enquanto o circo acontecia, deu uma fugidinha para dizer algumas palavras sobre o filme, a que havia assistido há cerca de três meses.

"Alejandro é um dos diretores mais talentosos do mundo. Ele consegue a façanha de transportar você a diversos lugares diferentes. Diversas latitudes, países, e sempre com a mesma integridade. Foi um trabalho de direção extraordinário", elogiou. Por: Angie Diniz
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Saiba o que Danielle Winits achou do filme de Iñarritu





Depois do tour por Marrocos, Japão e México, a cinéfila de carteirinha, Danielle Winits, contou o que achou do filme "Babel", logo após a concorrida sessão.

"Achei sensacional. Ele (Iñarritu) me surpreendeu. Eu já tinha assistido 'Amores brutos' e '21 gramas'".

A loura estava acompanhada de seu marido, o ator Cássio Reis.

Gisele Itié, Rafaela Mandelli, Maria Paula, Fernanda Rodrigues e Juliana Barone também foram conferir o - ácido- filme do diretor mexicano.

E você? Já assistiu a "Babel"? Se já, deixe seu comentário aqui no blog do EGO.
Por: Ligia Andrade
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O discurso





Iñarritu cumpriu o protocolo e subiu ao palco do Odeon para apresentar "Babel". Ao pisar lá, ganhou em troca aplausos rasgados e até desconcertantes fiu-fius, que, aliás, não têm nada de surpreendentes, levando em conta a pinta de galã. A reação foi risada coletiva.

Com a mesma capacidade que equaciona seus roteiros entrecortados, o diretor fez um discurso afiado e diplomático, mais para politicamente correto. A cara de suas criações.

"Estou feliz por estar aqui esta noite na cidade mais bonita do mundo. Minha segunda pátria no futebol é o Brasil", introduziu ele, consciente de estar tocando no ponto certo.

Seguiu contando que havia chegado fazia poucas horas ao Rio e não tinha tido tempo de fazer nada, só de bebericar UMA caipirinha, segundo ele.

"Então, se eu falar alguma besteira, me perdoem, por favor", brincou.

Durante a apresentação, o diretor retribuiu os elogios de Walter Salles.

"Quando vi 'Central do Brasil', pensei: 'Quero essa pessoa como amigo'. E ele está aqui comigo hoje."

Na hora de falar em "Babel", Iñarritu tentou resumir suas motivações para justificar a pungência de suas obras.

"Queria fazer um filme sobre as diferenças, sobre os seres humanos. 'Babel' fala sobre compaixão, coisa de que temos nos esquecido ultimamente e, se a perdemos, não somos mais seres humanos."

“Babel” é o ultimo filme da trilogia que começou com “Amores Brutos” e “21 gramas”. Por: Angie Diniz
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Depois da première, o petit comité

Iñarritu sabia de antemão o efeito que seu "Babel" causaria no público e aproveitou para sair de mansinho do Odeon aos quinze minutos de filme. Seguiu para uma confraternização de cinema em petit comité no restaurante Bar D'Hôtel, no Hotel Marina All Suites, no Leblon.

O mexicano levou a sério essa coisa de ser amigo de Walter Salles e, à mesa, fez questão de se sentar ao lado do diretor brasileiro.

José Wilker e Guilhermina Guinle, Christiane Torloni, Miguel Faria Jr. e Selton Mello também participaram do jantar. Por: Angie Diniz
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E nesta terça-feira de chuva fina...





Falta apenas uma hora para as sessões de gala desta terça-feira de céu nublado. Mesmo com o friozinho, o sortudo que conseguiu convite para algumas premières não vai mesmo ficar em casa debaixo do edredom. Duvida?

Quem abre a noite é o curta "O samba é meu dom", de Luiz Guimarães de Castro. A sessão começa às 18h30m e o longa conta a trajetória de um dos bambas mais bambas de todos os tempos: Wilson das Neves, com direito a uma aula de bateria e um passeio pelos sambas do compositor. Tudo isso na salona do Odeon BR.

Logo depois, o público confere o longa "Expedito - em busca de outros nortes", de Aída Marques e Beto Novaes.

Mais tarde, às 21h, o Cine Palácio vai ferver. "Quando o tempo cair", curta de Selton Mello, é o mais esperado da noite. No elenco, Jorge Loredo, Alvaro Diniz e João Gabriel.

Em seguida, é a vez de "O ano em que meus pais saíram de férias", de Cao Hamburger, filme que conta com um elenco de peso: Germano Haiut, Simone Spoladore, Caio Blat, Eduardo Moreira, Liliana Castro e Rodrigo dos Santos.

Por: Equipe EGO
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De DJ e cinéfilo, todo mundo tem um pouco







Não é novidade que Lúcio Mauro Filho de vez em quando gosta de assumir as carrapetas. Seja em festas ou em eventos, o ator, que vive o Tuco de “A Grande Família”, tem como hobby ser DJ.

Nesta terça-feira, a partir das 22h30m, é ele quem vai estar na Tenda Copacabana ao lado do DJ André Moraes., mandando ver no som. Montada em frente ao Hotel Copacabana Palace, a tenda é sempre muito bem freqüentada após as sessões do Festival. No repertório, muiro rock, brazilian lounge e brazukas (hits brasileiros remixados).
Por: Equipe EGO
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