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É hora de falar sério

Acabou agora o debate na Tenda Cinelândia: “Das lolitas às putas: O mercado do corpo”. Entre os participantes escolhidos a dedo, dois deram cano e não compareceram ao evento.
Uma das mais esperadas da tarde, a prostituta aposentada Gabriela Leite - ativista da Rede Brasileira de Prostitutas, diretora de DaVida e coordenadora de Daspu - e o espanhol Fernando Léon de Aranoa, diretor do filme “Princesas”, que está na mostra Panorama do festival não apareceram até o último minuto do encontro. “Gabriela confirmou. Não sei o que aconteceu”, disse a mediadora e uma das organizadoras do debate, Vik Birkbeck.
Mas como o show não pode parar, a acalorada discussão teve as participações de
Rudy Lagermann, o diretor de filme “Anjos do Sol” e o americano Guy Jacobson, escritor e produtor do filme "Holly", que está na mostra Fronteiras. Todos os filmes retratam a prostituição sob diversos ângulos.
O que levou um corretor de valores e advogado bem sucedido largar sua carreira de sucesso nos Estados Unidos, e ir para o Camboja?
Para desespero de sua mãe judia, ele viu ali a sua missão.
“Tudo começou quando uma menina me ofereceu um programa. Fiquei chocado. Comecei a estudar e fiquei horrorizado com a realidade: dois milhões de crianças são vendidas com menos de um ano para a prostituição. Como já era dono de uma produtora, resolvi fazer o filme”, contou Guy que lançou uma campanha junto à ONU (Organizações das Nações Unidas) intitulada “Red light children”.
Ele foi ao Camboja e se enveredou pelos bordéis da cidade, e acreditem: foi jurado de morte pela máfia da China, do Camboja e pelo tráfico. A Interpol chegou a intervir e tentar fazê-lo desistir, ‘vocês são loucos. Estão em um dos lugares mais perigosos do mundo. Não está entendendo, sua cabeça está a prêmio’, eles teriam dito. Mas Guy continuou firme em seu propósito e contratou a bagatela de 40 seguranças com fuzil AK-47. Só assim mesmo para continuar vivo, e convenhamos, por uma pitada de sorte também.
“Filmei três filmes lá: “Holly”, um documentário e o por trás das câmeras”, explicou o cineasta, que ainda se disse muito contente por estar no Rio.
Diferente de Guy, o diretor de “Anjos do sol”, Rudy Lagermann, estudou durante nove anos o assunto, e chegou a ficar indeciso no enfoque do filme. Até que viu uma reportagem de uma menina que se prostituía desde os oito anos em Pernambuco.
“Vi ali a história que eu queria contar”, disse e ainda ressaltou que a prostituição é uma questão cultural do país, e afeta em maior proporção o interior do Brasil.
Para ficarem com água na boca, “Holly” conta a história de uma jovem virgem que está prestes a ser vendida e ir para o Camboja. Nesse tempo ela conhece um americano que decide ajudá-la, mas aí, será tarde demais porque ela já terá ido”.
Mas a mediadora Vik adianta que a história não tem final feliz.... “Não quis fazer uma história com herói, tipo o Tom Cruise”, explica Guy.
Será que algum dia essa história muda?
Por: Ligia Andrade
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Ela é hardcore, top e agora atriz

Nada foi muito planejado na vida de Mayana Moura. Aos 18, ela foi chamada para ser modelo quando estava numa festa. Sem pensar muito, disse um sim. Uma semana depois, foi convocada para estrelar a campanha da grife Chanel. Ficou modelando por um tempo, mas sem largar a música, o que considera sua cachaça.
A carreira nas passarelas foi bem e não demorou para mais uma coincidência levar a ex-vocalista de uma banda de hardcore para frente das câmeras. Mayana estréia, na telona, no curta "14 Bis", de André Ristum, que será exibido no Festival, dia 30.

Em entrevista exclusiva ao
EGO, ela conta que, aos 24 anos, se encontrou na arte. E a arte agradece, de joelhos, logicamente.
Clique
aqui e leia a entrevista.
Por: Equipe EGO
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Ele vem que vem

Daqui a pouco o cineasta mexicano Alejandro González Iñarritu estará por aqui. O vôo dele chega às 16h15m e a agenda do diretor de filmes da categoria soco-bem-dado-no-estômago já está abarrotada de compromissos. Na noite desta segunda-feira, ele recebe os convidados na pré-estréia do seu filme “Babel”, no Odeon BR.
“Babel”, com Brad Pitt, Cate Blanchett e Gael García Bernal, foi o vencedor do prêmio de melhor direção no Festival de Cannes deste ano. Mais aguardado, impossível. O filme e, claro, o diretor por trás dele.
Depois da sessão, Iñarritu segue para uma festa fechadíssima para muitos vips no Bar D'Hotel. A balada segue madrugada adentro. Mas nem assim ele vai pegar no sono pesado.
Nesta terça-feira, 26, o dia é de muitas entrevistas.
EGO vai estar lá, logicamente, para te contar tudinho o que o diretor de longas como "21 gramas" e "Amores brutos" vai falar a respeito do seu incensado trabalho.
Tomara que dê tempo para o cineasta se entregar de corpo e alma a uma boa dose de caipirinha... Se bem que ele vai embora na já na próxima quarta-feira...
Por: Equipe EGO
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Desventuras de cinéfila

Levante o dedo quem nunca foi platéia para frango de padaria. Sem constrangimento, gente. A atriz Fátima Patrício, por exemplo, foi, é e, se assim permitirem, quer continuar sendo por muito tempo, ao menos enquanto for chamada para trabalhar no Festival do Rio.
Do tipo boa gente, riso frouxo e otimista, a recifense é uma figura popular no guichê de venda antecipada de ingressos no Espaço Unibanco, em Botafogo. Seu faro cinéfilo de cachorrinho faminto dá sinal de vida, principalmente, após o final das sessões, quando aquele povaréu sai das salas de exibição com as expressões mais diferentes e os comentários mais malucos.
É quando pega um papel e anota o filme para não se esquecer de incluir em sua programação. Quando vai dar para ver? Não sabe, o trampo só termina às 22h.
Mesmo assim, se programa: caneta e papel na mão, anota datas e horários. Sabe como é, brasileira, desiste nunca, não.
"Fico com faniquito, querendo ver tudo. Imagina aquele bando de filme, do mundo inteiro, ali na minha frente... Me dá um nervoso", tenta ela descrever seu drama.
É, o bônus e o ônus. Imaginem: lá se vão nove anos que Fátima começou a ralar no festival. Quem a vê contando suas desventuras, pontuadas por gargalhadas, percebe que a empolgação não diminuiu.
"Adoro poder estar aqui. É uma forma de participar da festa, mesmo que eu não consiga assistir a tudo que quero. Sou atriz e faço com satisfação. Tanta que todo ano me chamam, já sabem que eu sou pau para toda obra."
A odisséia de quase uma década de Fátima teve passagens curiosas. Por amor ao cinema, ela já se aventurou até em legendagem eletrônica para filme búlgaro. Detalhe: sem falar uma palavra de búlgaro. Episódio que conta tirando sarro de si mesma.
"Eu tinha curiosidade de legendar. Faz alguns anos já que me arrisquei a fazer. Naquela época, eu não sabia inglês direito, e é preciso dominar a língua. Fiquei com muito medo de não me sair bem e queimar o meu filme, aí desisti. De lá pra cá, estudei inglês e, agora sim, vou tentar de novo. Foi muito engraçado, você não tem noção do que é tentar adivinhar quem fala o quê!"
O esquema de legendagem eletrônica funciona mais ou menos assim: o filme chega com as legendas em inglês e é preciso casá-las com as falas dos personagens na tela. Por exemplo, se a língua do filme é a búlgara, quem legenda precisa ter idéia do que os personagens estão falando em búlgaro para situar as legendas dos diálogos que vieram em inglês. E, em seguida, traduzir do inglês para o português, tarefa fichinha a essa altura do campeonato.
Capturou? Mais ou menos? Se entender o conceito já está complicado, imagina o tamanho do drama de Patrícia.
Cinéfilo é um povo destemido mesmo.
Por: Angie Diniz
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Hoje tem Babel

O filme do mexicano Alejandro González Iñarritu terá sua sessão solene dentro de menos de 10 horas no Odeon, com a presença do diretor. E, sinceramente, não sei o que esperar. Tenho opiniões opostas em relação aos dois filmes anteriores dele. "Amores brutos", o primeiro, acho excelente. "21 gramas", o segundo (primeiro rodado em inglês), acho uma enganação.
Quando "Babel" foi anunciado, há uns dois anos, como a parte final de uma trilogia que teria o início e o meio nesses dois outros filmes, já achei meio esquisito. Entrevistei Iñarritu algumas vezes ao longo dos anos e ele nunca mencionou essa história de trilogia. Me pareceu mais desculpa de quem não conseguia fugir a um formato de filme (várias histórias que se entrelaçam e tem conseqüências inesperadas umas nas outras) do que um projeto real.
Mas vamo vê. Agora isso aí é passado. Agora o filme está pronto e resta ver se presta.
Digam depois o que acharam.
Por: Jaime Biaggio
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Ela é bamba
A cantora Mart´nália deu uma passadinha na tenda de Copacabana, e curiosa por si só, ela não se conteve e espiou o que estava sendo postado aqui no blog do EGO do Festival do Rio.
"É uma pena que eu esteja sem óculos", disse a cantora. Ela ainda comentou que quer muito assistir aos filmes mas que ainda não viu a programação.
Para quem pensava que Mart´nália fosse dar pinta na roda de samba que teve, a cantora explicou. "Se tivesse conhecidos tocando até entrava na roda, mas como não tinha ..."
É uma pena.
Por: Ligia Andrade
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Agora é na tenda de Copa
Friozinho, chuva ... ingredientes para ficar embaixo do edredom e vendo TV. Só se for pra você. Porque Thiago Lacerda e Vanessa Lóes estão aqui na tenda de Copacabana desde cerca das 21h.

Ambos estão em rodinhas separadas de amigos conversando. Vanessa contou que não viu o filme que passou na praia "O mistério de Irma Vap", mas pretende assistir a vários longas no Festival do Rio.
"Quero muito ver Babel amanhã, tem vários filme que eu quero assistir, mas vai depender do meu tempo disponível", contou ela que está prestes a abrir uma loja de lingerie. "É tanta reunião ...", falou.
Amanhã a pré estréia de Iñarritu promete!
Por: Ligia Andrade
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Foi ele!

Sergio Marone teve um professor e tanto para as aulas de balé. O ator que interpreta um bailarino no filme "Sonhos e desejos", teve 10 dias intensos de aulas com Edson Beserra, do Grupo Corpo.
Há cinco anos Edson integra o corpo de balé do grupo, e disse que Marone foi um aluno aplicado. "Foi bem bacana treinar o Sergio. Ele é muito talentoso, disciplinado e atento".
A maior dificuldade? "Foi encontrar qual é a postura do corpo quando não se está dançando", ele responde.
Natural de Brasília, Edson mora em Belo Horizonte, onde o grupo tem sede.
Para quem conferiu ou vai conferir a performance do rapaz no filme, pode dar a sua opinião. Edson mais que aprovou! Agora é com você.
Por: Ligia Andrade
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Corta!
Não deu para evitar. O costume de ser o centro das atenções rendeu um momento "ops" para Alinne Moraes.
Rodeada de amigos, flashes pipocando, coisa e tal, Alinne desfilava, com medo de perder a hora, em direção à sala de exibição de "Sonhos e desejos" quando, ops, se deu conta de que tinha deixado para trás o namorado, Sérgio Marone. Ele, a estrela da noite, o protagonista, cuja demora atrasaria o início da sessão.

"Gente, o Sergio!", se tocou ela, dando meia-volta e achando graça de si mesma.
Alinne olhou para trás em busca do ator, que ainda estava no saguão do Cine Palácio dando entrevistas para um batalhão.
Chama a claquete!
Por: Angie Diniz
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Sergio Marone e Alinne Moraes roubam a cena

O casal cinéfilo Sérgio Marone e Alinne Moraes compareceu à pré-estréia carioca de "Sonhos e desejos", de Marcelo Santiago.
"As minhas expectativas são as melhores possíveis", contou Sérgio, que, para interpretar o personagem, um bailarino, teve aulas com o professor Edson Beserra, do Grupo Corpo.
"Passei quatro meses em Belo Horizonte. Viajei dois meses antes das filmagens só para estudar. Fazia aulas direto", disse.
Aliás, esse é o primeiro filme de Marone. E ele diz ter adorado a experiência.
"Mergulhei nos estudos da época, já que eu não vivi. Me esforcei ao máximo para conseguir fazer o melhor".
A namorada do rapaz, Alinne, era só elogios ao amado.
"Já tinha visto o filme em Gramado. Eu adorei, ele está muito bem. Mesmo usando uma máscara o tempo todo, Sergio se expressa muito bem com o olhar".
Alinne também fará em breve sua estréia no cinema, no filme "Fica comigo esta noite", de João Falcão.
Em férias, a atriz só pensa em relaxar e fazer cursos na Casa de Cultura Laura Alvim.
"Estou fazendo aulas de expressão corporal e mais um monte de outras aulas", contou Alinne.
Quem também chegou para ver a sessão foi o músico Marcelo Yuka.
Por: Ligia Andrade
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O primeiro filme a gente nunca esquece ...
Quem diria Marcelo Santiago. Há treze anos ele trabalha para a LC Barreto, produtora na qual o renomado diretor Fábio Barreto, de "O quatrilho", faz parte. Marcelo, de 45 anos, chegou a fazer muitas assistências para Fábio, mas chegou um momento em que ele queria alçar vôos mais altos. Fazer o seu próprio filme.
Em 2005, o sonho se tornou realidade. Pode ser até clichê, mas foi assim mesmo.
O projeto do filme estava guardado na gaveta há treze anos na produtora. Era inspirado no livro "Balé da Utopia", de Álvaro Caldas.
"Quem teve a idéia de fazer o filme foi o Fábio, mas me empolguei tanto com o projeto, que acabou ficando para mim", conta o diretor.
"Sonhos e desejos" tem no elenco Mel Lisboa, Sergio Marone e Felipe Camargo. Sucesso em Gramado, Mel Lisboa ganhou o Kikito como melhor atriz, e o filme ganhou o prêmio de melhor direção de arte. Até foi apresentado - com sucesso - no MoMA, em Nova York. Nesta segunda, 25, Marcelo partirá para Espanha, onde apresentará o seu trabalho no Festival de San Sebástian e, logo depois no Festival de Viña del Mar, no Chile.
Agora é a vez da pré-estréia carioca do longa. Nas telonas mesmo, só depois do dia 27 de outubro. O EGO entrevistou o diretor Marcelo Santiago. Confira.
Está ansioso com a apresentação carioca?Por mais que as filmagens tenham sido em Minas Gerais, a produção é carioca. Então estou esperando uma boa receptividade, sim.
Qual a importância do Festival de cinema para o Brasil?É um diferencial para o Rio de Janeiro. Mostra um panorama do cinema mundial porque tem produções que acabaram de estrear lá fora, e estão aqui. Sem contar os filmes que não teremos outra chance de vê-los.
O melhor de tudo é que o festival coloca essas produções junto com filmes nacionais.
E seu primeiro longa já está no festival...Estou muito satisfeito de estar participando do festival tão importante. É uma grande honra.
Conta um pouco da história do filme ... É sobretudo um filme de amor. Trata-se de um triângulo amoroso nos anos de chumbo. No final dos anos 60 e início dos anos 70. Nessa época existia um movimento revolucionário guerrilheiro, no qual esses personagens fazem parte. Muitos sonhos e desejos afloram nessa relação.
Quais foram os locais das filmagens?A maior parte delas foram feitas em Belo Horizonte. Mas filmamos também em Ouro Preto e em Congonhas.
Quando foi e quanto tempo de filmagens teve "Sonhos e desejos"?Foi em 2005, filmamos cinco semanas direto.
Como foi a escolha do elenco?Fiz diversos testes para a atriz. Porque o papel dela é o principal da trama, o vértice. Fiz testes com a Mel Lisboa um ano antes de começarem as filmagens. Teve um período em que ela não poderia fazer mais por causa da agenda. Mas as filmagens também atrasaram, e acabou dando tudo certo. O papel do Felipe, eu o chamei depois que vi o longa "Jogo subterrâneo", percebi que era ele para fazer o personagem. Já o papel do Marone, procurava um bailarino, porque o personagem exigia. Por mais que fizesse testes, não encontrava ninguém que soubesse atuar e dançar. Até que teve um dia que eu abri o jornal e vi uma foto dele. Resolvi tentar, e ele foi muito bem.
Por: Ligia Andrade
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São Pedro apronta com o Poetinha
São Pedro se saiu um arteiro de marca maior neste domingo. Especialmente com quem já tinha se programado para assistir à exibição gratuita de "Vinícius" no telão montado na praia de Copacabana. O documentário sobre o Poetinha abriu a edição passada do festival.
Mas, com a chuvarada toda, muita gente preferiu pular para debaixo do edredom. Sabe que, para carioca, praia e chuva são elementos incompatíveis, fora de sintonia, nada a ver. Resultado: platéia pequena.
Mas não menos calorosa por isso.
O diretor do documentário, Miguel Faria Jr., passou por lá para dar um alô ao público e se emocionou com a possibilidade de ver o filme exibido bem no meio de um dos QGs de Vinícius.
"Foi emocionante poder mostrar a vida do poeta nesse cenário, tantas vezes exaltado por ele", disse o diretor.
Por: Angie Diniz
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A júri chegou!
A atriz Christiane Torloni chegou cerca de dez minutos antes da sessão no Cine Palácio, no Centro do Rio. Hoje tem a exibição do curta "Alguma coisa assim", de Esmir Filho - o mesmo que produziu um dos hits do site Youtube, "Tapa na pantera". Logo depois tem a exibição do primeiro longa de Marcelo Santiago, "Sonhos e desejos", com Felipe Camargo, Mel Lisboa e Sergio Marone.
Apressada para ficar em seu posto, a mais recente júri do festival está adorando a nova função.
"Está tudo muito bonito e caprichado. Estou muito feliz, já sabia que ia ser bom. Tem muitos filmes e documentários belíssimos", elogiou.
Engana-se quem pensa que essa é a primeira vez da atriz. Ela já foi jurada de um concurso de curta ' há mil e quinhentos anos atrás', como Christiane fez questão de frisar.
Por: Ligia Andrade
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